quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Henry Camargo e Marly Camargo



Esse sou eu, nasci no dia 15 Janeiro 1970
Nome- Henry Camargo

signo de Capricornio,

gosto muito de ministrar as minhas aulas de hipismo

Paixões- meus animais de estimação, minha mãe

Esporte- Hipismo, Karate e Ciclismo






Essa aqui é a minha mãe Marly Camargo, adora os animais de estimação gosta muito de cavalgar também. Trabalhou no setor da saúde na area da enfermagem hoje está aposentada somente curtindo o filho e os animais de estimação

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Alunos do Curso Doma Racional Equina



Aluno João Carlos, recebendo o certificado das mãos da vereadora Marly, do curso de doma racional equina ministrado pelo instrutor Henry, na cidade de Coronel Macedo S.P.




Renata Ribeiro, Aluna do instrutor Henry Camargo do curso de doma racional equina, fazendo uma pré-demonstração do circulo de 360ºgraus







domingo, 21 de outubro de 2007

Histórico alunos do curso Casqueamento Equino

Coronel Macedo 12 de maio de 2007
Histórico do curso de casqueamento eqüino

Deu-se inicio no dia 11/05/2007 na cidade de Coronel Macedo Sp, o curso de casqueamento eqüino. O qual foi realizado no recinto Bola Boi vila Galvão. Sendo este curso apoiado pela prefeitura municipal de Coronel Macedo e Casa da agricultura da cidade de Coronel Macedo.
Um total de 08 alunos matriculados.
02- Aparecido Cruz
04- Ismael Quadros de Oliveira
07- João Carlos N.Leite
14- Nattan Henrique Soares do Amaral
19- Renata Ribeiro
20- Marcos Macedo M.Junior
21- Bruno Aparecido da Veiga
22- Jéssica Rabelo de Barros
O curso de casqueamento foi ministrado pelo instrutor Henry Camargo
Os alunos por sua vez receberam apostila sobre o respectivo curso.
O curso de casqueamento teve como objetivo também em formar, capacitar novas profissionais na área de casqueamento e ferragem de eqüino.
Os alunos tiveram aulas teóricas e praticas sobre o curso de casqueamento e como ferrar o animal.
No decorrer do curso foi ministrado as seguintes matérias.
a- cascos
b- casco visto pela fase da planta
c- vista interna e lateral do casco
d- beleza dos casco
e- volume do casco
f- forma extrutura do casco
g- qualidade da matéria córnea do casco
h- higiene dos cascos
i- como casquear e ferrar o animal
j- aprumos membros anteriores e posteriores

Durante o curso de casqueamento e ferragem os alunos foram avaliados apenas na pratica.
Totalizando um total de alunos 08 aprovados.
Relação dos alunos aprovados do curso.
02- Aparecido Cruz
04- Ismael Quadros de Oliveira
07- João Carlos N.Leite
14- Nattan Henrique Soares do Amaral
19- Renata Ribeiro
20- Marcos Macedo M.Junior
21- Bruno Aparecido da Veiga
22- Jéssica Rabelo de Barros
Observação nas aprovações.
.Todos os alunos aprovados no curso de casqueamento e ferragem de equinos, receberam o respectivo certificado, porém alguns receberam certificado de participação em teorias sobre o respectivo curso, outros receberam de conclusão do curso.
Certificado de conclusão
02- Aparecido Cruz
04- Ismael Quadros de Oliveira
07- João Carlos N.Leite
14- Nattan Henrique Soares do Amaral
21- Bruno Aparecido da Veiga
Certificado de participação em teorias sobre o curso
19- Renata Ribeiro
20- Marcos Macedo M.Junior
22- Jéssica Rabelo de Barros
Finalizando curso no dia 12/05/2007 com um total de oito alunos aprovados. Foi entregue o certificado de casqueamento eqüino para cada aluno no dia 17 junho 2007 sendo assinado.
Pelo representante da casa da agricultura Helinton E.F.Veiga
Prefeito Municipal Coronel Macedo Antonio B.Tonon
Instrutor doma racional Eqüina Henry Camargo

Eis o histórico do curso de casqueamento eqüino o qual foi realizado no período 11/05/2007 a 12/05/2007. O qual foi passado relatório para ABIDRE.

Sem mais para o presente momento
Obrigado
Instrutor Doma Racional Eqüina

Henry Camargo

Histórico Alunos do curso Rédeas

Histórico do curso de

Rédeas

Deu-se no inicio do dia 19/05/2007 na cidade de Coronel Macedo-SP. O curso de rédeas, realizado no recinto Bola Boi, vila Galvão, sendo este curso patrocinado pela casa da agricultura em parceria com a prefeitura municipal de Coronel Macedo.
O curso de rédeas teve como objetivo dar melhores condições de trabalhos em rédeas para o adestrador, dar melhor qualidade dentro do trabalho o qual ele exercerá. Os alunos durante o curso tiveram aulas teóricas e praticas sobre rédeas. Curso este ministrado pelo instrutor Henry Camargo
Tendo um total de 10 alunos matriculados no curso de rédeas
02- Aparecido Cruz
04- Ismael Quadros de Oliveira
07- João Carlos N.Leite
14- Nattan Henrique Soares do Amaral
19- Renata Ribeiro
20- Marcos Macedo M.Junior
21- Bruno Aparecido da Veiga
22- Jéssica Rabelo de Barros
25- Gean Carlos da Cruz
26- Winderson Moraes de Lima

O curso por sua vez foi ministrado pelo Instrutor Henry Camargo.
Os alunos receberam apostila sobre o respectivo curso.
No decorrer do curso foi ministrado as seguintes matérias
Diferenças de rédeas
Quais os tipos de rédeas existentes dentro da doma racional eqüina
Inicio do treinamento em rédeas
Círculos em rédeas
Recuos em rédeas
Rollbackes mudanças direção em 180 graus
Spins
Giros 360 graus
Esbarros
Troca de mão
Rundowns
Pausa

Durante o curso os alunos foram avaliados prova escrita e outra na pratica.
A prova escrita contendo 20 perguntas valendo 20 pontos
Foram aprovados os alunos na prova escrita um total de
02- Aparecido Cruz Ac. 18 erro 2
04- Ismael Quadros de Oliveira Ac. 18 erro 2
07- João Carlos N.Leite Ac. 19 erro 1
14- Nattan Henrique Soares do Amaral Ac. 19 erro 1
19- Renata Ribeiro Ac. 18 erro 2
20- Marcos Macedo M.Junior Ac. 17 erro 3
21- Bruno Aparecido da Veiga Ac.18 erro 2
22- Jéssica Rabelo de Barros Ac. 17 erro 3
Alunos reprovados teoricamente
25- Gean Carlos da Cruz Ac. 08 erro 12
26- Winderson Moraes de Lima Ac. 07 erro 13
Os alunos também foram avaliados na pratica, que por sua vez os alunos os quais foram reprovados na prova escrita tiveram a oportunidade de demonstrar o que aprenderão na pratica. Porém os mesmo alunos não compareceram para apresentarem a matéria de pratica o que restou foi reprovar os mesmos alunos porém dessa vez na pratica.
Foram aprovados alunos na prova pratica um total de oito alunos.
02- Aparecido Cruz
04- Ismael Quadros de Oliveira
07- João Carlos N.Leite
14- Nattan Henrique Soares do Amaral
19- Renata Ribeiro
20- Marcos Macedo M.Junior
21- Bruno Aparecido da Veiga
22- Jéssica Rabelo de Barros

Finalizando o curso de rédeas no dia 17/06/2007 com um total de oito lunos aprovados no curso de redeas.
Foi entregue o certificado de rédeas assinado pelo .
Representante da casa da agricultura Helintom E.F.Veiga
Prefeito C.Macedo Antonio Batista Tonon
Instrutor D.R.Equina Henry Camargo

Eis o histórico sobre o curso de rédeas o qual foi realizado no período 19/05/2007 a 17/06/2007. O qual foi enviado para ABIDRE.
Sem mais para o presente momento
Obrigado
Instrutor Doma Racional Eqüina
Henry Camargo

Histórico Alunos Doma Racional Equina

Coronel Macedo 11 de maio de 2007

Histórico do curso sobre doma racional eqüina

Deu-se inicio no dia 14/04/2007 as 8,00 hrs da manhã na cidade de Coronel Macedo Sp, o curso sobre Doma Racional Eqüina o qual foi realizado no recinto Bola Boi, localizado na Vila Galvão. Este curso por sua vez teve o apoio da Casa da Agricultura e Prefeitura Municipal de Coronel Macedo. Tendo um total de alunos matriculados 24 alunos.
Nome dos alunos
01- Antonio Carlos G.Espaida
02- Aparecido Cruz
03- Gilson José Nunes
04- Ismael Quadros de Oliveira
05- Jileon César Santos
06- João Aparecido Garcia
07- João Carlos N.Leite
08- Luciano Braz de Oliveira
09- Luiz Fogaça Vieira
10- Maria José Garcia
11- Matias Aparecido Vito
12- Mateus Aparecido Vito
13- Maycon Antonio Pires
14- Nattan Henrique Soares do Amaral
15- Orlando Aparecido de Paula
16- Rafael A.Garcia Veiga
17- Sandra Regina Furquim
18- Wilian Luiz Fermino
19- Renata Ribeiro
20- Marcos Macedo M.Junior
21- Bruno Aparecido da Veiga
22- Jéssica Robelo de Barros
23- Mauricio de Oliveira Macedo
24- Caio César Arantes

O curso de doma racional eqüina foi ministrado pelo instrutor Henry Camargo, atualmente instrutor da ABIDRE- Assossiação Brasileira de Instrutores doma Racional equina. Os alunos por sua vez receberam apostila sobre o curso doma racional eqüina na abertura do curso, a qual foi entregue pelo instrutor Henry Camargo.
Objetivo do curso foi capacitar dar melhores condições de trabalho para aqueles que gostam de adestrar um cabavo, formar novos profissionais dentro da área de adestramento eqüino.
Os alunos por sua vez tiveram aulas teóricas e praticas.
Orientações de como iniciar o adestramento e até a fase da montaria do animal.
No decorrer do curso foram ministradas as seguintes matérias pelo instrutor Henry Camargo.
a- introdução a doma racional eqüina
b- itens proibidos dentro da doma racional eqüina
c- os primeiros contatos com o animal
d- pré-doma e seus respectivos fatores
e- charreteamento
f- flexionamento
g- como montar no animal
h- como selar o animal
i- condicionamento
j- embocadura do animal
k- adaptação do animal ao meio ambiente
l- materiais que são utilizados dentro da doma racional eqüina
m- fases que um eqüino passa durante o adestramento
n- base da equinoterapia
o- reações demotivas do animal
p- sentidos do animal
q- psycologia eqüina
r- programação de condicionamento
s- casqueamento dos eqüinos

No decorrer do curso foram feito 8 cancelamentos de matrículas motivo, cancelado a matricula dos alunos abaixo, pois não freqüentaram nenhuma aula até o encerramento do curso o qual deu na data do dia 06/05/2007.
05- Jileon César Santos
06- João Aparecido Garcia
08- Luciano Braz de Oliveira
09- Luiz Fogaça Vieira
10- Maria Jose Garcia
15- Orlando Aparecido de Paula
16- Rafael A.G.Veiga
17- Sandra Regina Furquim

Ocorrendo também uma desistência por motivo do horário de trabalho na firma.
13- Maycon Antonio Pires

Sendo assim ficando com 15 alunos os quais freqüentaram o curso de doma racional eqüina.
Durante o curso os alunos foram avaliados numa prova escrita e outra na pratica.
A prova escrita contendo 41 perguntas sobre a matéria de doma racional eqüina valendo 41 pontos.
Totalizando um total de 5 reprovas e 10 aprovados.

Reprovados prova teórica escrita
01- Antonio Carlos G.Espaida Ac. 18,75 Erro 22,25
11- Matias Aparecido Vito Ac. 19,05 Erro 21,05
12- Mateus Aparecido Vito Ac. 19,00 Erro 22,00
18- Willian Luiz Femino Ac. 18,00 Erro 23,00
24- Caio César Arantes não apresentou a prova escrita


Aprovados na prova teórica escrita
02- Aparecido da cruz Ac. 33,00 Erro 08,00
03- Gilson José Nunes Ac. 29,00 Erro 12,00
04- Ismael Quadros de Oliveira Ac. 33,00 Erro 8,00
07- João Carlos N. Leite Ac. 33,50 Erro 7,05
14- Nattan Henrique Soares d.Amaral Ac. 38,05 Erro 2,05
19- Renata Ribeiro Ac. 38,00 Erro 3,00
20- Marcos Macedo M.Junior Ac. 32,05 Erro 8,05
21- Bruno Aparecido da Veiga Ac. 39,00 Erro 2,00
22- Jéssica Robelo de Barros Ac. 35,00 Erro 6,00
23- Mauricio Oliveira Macedo Ac. 23;05 Erro 17,05

Na prova de prática participaram os 10 alunos os quais foram aprovados na prova teórica escrita
Tendo como resultado de aprovação na prova de pratica os seguintes alunos abaixo.
02- Aparecido da Cruz
03- Gilson Jose Nunes
04- Ismael Quadros de Oliveira
07- João Carlos N.Leite
14- Nattan Henrique Soares do Amaral
19- Renata Ribeiro
20- Marcos Macedo M.Junior
21- Bruno Aparecido da Veiga
22- Jéssica Rabelo de Barros

Foi reprovado na prova das aulas Prática
23-Mauricio de Oliveira Macedo, foi reprovado pois não fez e nem participou de nenhuma prova pratica e de nenhuma aula pratica.

Finalizando o curso no dia 06/05/2007 com 09 alunos aprovados.
Foi entregue o certificado de doma racional eqüina para cada aluno no dia 17/junho de 2007 sendo assinado.
Pelo representante da casa agricultura Helinton E.F.Veiga
Prefeito Munic.C.Macedo Antonio Batista Tonon
Instrutor D.R.Eqüina Henry Camargo

Eis o histórico do curso da doma racional eqüina o qual foi realizado no período 14/04/2007 a 06/05/2007. O qual foi enviado para ABIDRE.
Sem mais para o presente momento
Obrigado
Instrutor Doma Racional Eqüina
Henry Camargo
014-96941559








domingo, 23 de setembro de 2007

PALESTRA PSYCOLOGYA EQUINA



Será ministrada uma palestra de psycologya equina na cidade de Botucatu-Sp.

Local Chacara Camargo e Recinto dos Cowboys, nos dias 10/11 do mes de outubro de 2007 apartir das 8 hrs da manhã. Os participantes terão conhecimento aulas sobre psycologya equina teóricas e práticas também.

A palestra será ministrada pelo Instrutor Henry Camargo, atualmente responsável pelas palestras ministradas na ABIDRE- associação brasileira instrutores doma racional equina, responsável também pelos cursos ministrados nas cidades de Coronel Macedo-SP,em parceria com a casa da agricultura e prefeitura municipal C.Macedo . Botucatu-Sp em parceria com a casa da agricultura e outras cidades da região Instrutor Palestrante formado pela Associação ABIDRE.

Foi atualmente o Instrutor responsável pelos cursos ministrados na Fazenda Paraiso na cidade de Avaré-SP, onde ministrou cursos sobre Doma Racional Equina, Rédeas, Baliza e tambor, Saltos equestres

palestra sobre psycologya equina

Apostila elaborada pelo instrutor
Henry Camargo
Contatos cel. 014- 96941559
e-mail
henryinstr_@hotmail.com.br

PSYCOLOGYA EQUINA

O cavalo foi domesticado há três mil anos após o carneiro, a cabra, o porco, o boi e o cachorro. Sua domesticação se deu na Ásia e na Europa, sendo importantíssimo fator no desenvolvimento dessas milenares civilizações.
Desde o inicio foi usado nas guerras e nos torneios aristocráticos e em desfiles de ostentação social. Os cavalos da raça árabe existem há mais de cinco mil anos e são considerados os ancestrais de outras raças, como o quarto de milha e o mangalarga. São cavalos rústicos e versáteis, aptos para provas de hipismo e lida de gado. Posteriormente, vencendo o preconceito dos camponeses, passou a substituir o boi, nos trabalhos de carga, sela, atrelamento, carroça, charrete, máquinas agrícolas em moinhos etc... Com a motorização da agricultura quase se extinguiu a civilização do cavalo nos EUA, antes da segunda guerra mundial 1939-1945 e na Europa após. Em 1984 o rebanho de eqüino no Brasil era estimado em 7,6 milhões de cabeças. Os ancestrais fosseis dos cavalos provam que sua evolução lhe deu da seguinte maneira.
a- maior tamanho, na maioria das raças.
b- redução em algumas raças
c- Desaparecimento dos dedos laterais
d- crescimento do dedo médio
e- dentição, pré-molares tornaram-se molares e os caninos desapareceram.
Herbívoro - após a era dos caninos? Forte, veloz em nada o cavalo dependo do homem, ao contrário asseguram os historiadores, naturalista e pesquisadores, em geral, que sem o cavalo o mundo não teria alcançado o progresso atual. Indeclinável admitir que Deus, Criador de tudo e de todos, situando o cavalo na terra, o fez para que o animal com sua força, alavancasse o progresso humano.
Nem poderia ser outra razão para que os cavalos sofressem tantas mutações genéticas, desde seus ancestrais. Capaz de se deslocar em qualquer terreno, atualmente persiste sua utilização nas propriedades agrícolas, principalmente no Brasil, onde aproximadamente dois terços das fazendas são de pequenos portes e não sustento o maquinário agrícola.
Ao se domesticar o cavalo põe á mostra um comportamento de submissão, provando decisivamente que o relacionamento entre seres vivos não se norteia pela LEI DO MAIS FORTE, e sim pelo mútuo respeito.
São tão fieis os cavalos que se igualam aos cães de estimação, demonstrando satisfação na presença dos seus donos. A melhor forma de demonstrar gratidão a DEUS, por ter doado à humanidade mais um maravilhoso presente (os cavalos) é tratar esses animais com respeito e afeto, jamais os sobrecarregando ou maltratando-os.
Através da psycologya eqüina podemos observar as reações do animal dentro do adestramento e até mesmo em uma apresentação na exposição, desfiles.
Objetivo da psycologya eqüina é fazer com que o ser humano aprenda e compreenda conhecer melhor o animal através reações o animal vai demonstrando durante o aprendizado.
Todos os cavalos desejam instintivamente uma vida isenta de sofrimentos e os cavaleiros dedicados juntam-se a eles na procura desse objetivo.
O sucesso pode ser avaliado pela habilidade do cavaleiro em evitar sofrimento ao cavalo, formando assim um conjunto de reações positivas, até que o animal seja capaz de sentir prazer e confiança no cavaleiro.
Assim sendo dentro dessa cadeia Psycologya eqüina o cavaleiro preocupa-se com o bem estar do animal, és ta é a base primordial para a obtenção de um conjunto de sucesso, ou seja, compreender as reações do animal dentro da psycologya eqüina.
O cavalo é muito dócil e afetuoso, capaz de ser ensinado e não esquecendo qualquer impressão que tenha gravado na memória. É mais atento do que qualquer outro animal, agüentando o trabalho com maior das fomes. Porém é naturalmente dado a muita limpeza, tendo excelente olfato. Nada ofende os cavalos mais do que os maus cheiros.
A impressão que temos muitas vezes é uma realidade, esquecemos muitas vezes que o cavalo tem uma memória fotográfica e que se de repente visualiza um objeto o qual não estava naquele local pela ultima vez que passou, não deveríamos de culpar o animal caso ele se assuste. Somos como nós tendo necessidades de serem reconfortados e não repreendidos. Ao fazermos essa interpretação ele torna-se confiante, aprendendo a aceitar coisas diferentes, mesmo quando confrontado com uma imagem totalmente nova, em conflito coma imagem memorizada anteriormente.
A chamada atenção quanto aos maus cheiros também é muito interessante, muitos cavalos ficam totalmente aterrorizado com o odor transmitido por suínos, tendo necessidade de muito encorajamento e muita tranqüilidade para passarem por um local onde contem esse tipo de odor.
O amor dos cavalos é muito importante esta é a condição base pra a ligação a mais afetuosas de todas as criaturas, um cavalo passa a sua timidez natural ganhando confiança, condições fundamental para conseguir um entendimento com o ser humano que lhe transmite amor.
Amor, carinho pelo cavalo é uma palavra pouco utilizada em equitação muitos consideram sentimentalista demonstrar carinho amor pelos cavalos, no entanto é de fundamental importância para ter uma melhor compreensão do conjunto cavalo e cavaleiro.

Nessa foto podemos observar a necessidade que um animal tem de um carinho e que o seu dono transmita confiança e amor.
Quanta vezes vemos cavaleiros de primeira, recusarem-se a encontrar uma oportunidade para afagar, ou seja, acariciar, concentrando-se nas imperfeições? Quantas vezes são os cavalos castigados através de esporas ou embocaduras etcc... É freqüente esse tipo de atitude acompanhado de uma atitude descontente e rancorosa do cavaleiro, assim sendo essa atitude destrói toda a confiança natural e alegria do animal. Uma vez não demonstrando o amor suficiente ao animal, as competições apresentaram demasiadamente cheia de cavalos que trabalharam como máquinas, com seus caracteres e sentimentos destruídos para sempre, ou seja, os cavalos não irão trabalhar naturalmente e sim forçadamente.
Antes de tentarmos melhorar os cavalos devemos procurar melhorar a nossa atitude e caráter, só assim podemos começar a compreender a psicologia dos nossos cavalos.
Para que realmente acha um bom adestramento racional o cavaleiro tem que primeiramente estar de bem com ele mesmo, depois conhecer alguns sinais que o animal demonstra durante a fase do adestramento, durante o seu tempo de vida.
O cavalo tem cinco sentidos que são:-
a- Visão.. (olho) ação ou efeito de enxergar algo
b- Olfato.. (narina) ação do sentido o qual percebe o cheiro dos odores
c- Paladar (céu da boca) sentir gosto sabor de algo, ração, milho, vitaminas V.O.
d- Tato (péle) sentir reações térmicas, dolorosas, contato
e- Audição ( ouvido) sentido pelo qual o homem ou animal tem a perceber os sons barulhos.
Os cavalos também tem as reações demotivas que são:- reações que o animal demonstra.
a- Modo-- jeito do cavalo
b- Curiosidade—um animal que tem a qualidade conhecer aprender algo sempre novo
c- Raiva- sentimento nervoso ira ou ódio
d- Excitação- animal ativo espontâneo
e- Alegria- Animal contente
f- Afeição- pelo dono, ou por outro animal, carinho
g- Amizade- entre os animais ou pelo dono
h- proteção- sentimentos de proteger o seu filhote, proteger o seu dono

Os cavalos também demonstrando vários sinais corporais que são:-
a- Passos com orelhas voltadas para traz-- É um sinal mais evidente de raiva, morder, dar coices, ou até mesmo pular.
b- Orelhas permanentemente móveis—Indica um cavalo ativo, porém com temperamento um pouco nervoso.
c- Orelhas caídas- O animal poderá estar com sonolência, cansaço, ou até mesmo doente.
d- Olhar sem brilho- Pode estar com alguma doença, fadiga, stress.
e- Olhar fixo com orelhas armadas- Algo desperta atenção,podendo gerar curiosidade,medo.
f- Cauda erguida- Sinal excitação, energia acumulada, alegria.
g- Cauda agitada- Sinal inquietação, temperamento nervoso, dor
h- Movimentos elevados dos membros- Sinal excitação
i- Abrir e fechar a boca ou bater lábios- Vício, sinal rejeição do tio bridão embocadura.
j- Oscilação da cabeça- Rejeição embocadura ou inquietação nervosismo.
k- Passo retraído- Desvio grave de aprumos ou inquietação, excitação
l- Sudorese excessiva- Fadiga condicionamento físico inadequado
m- Suor de coloração branca leitosa- Pode indicar condicionamento inadequado
n- Baixar a cabeça- Fadiga doente


Podemos perceber abaixo nessa foto o sentimento de afeição pelo dono o qual o animal demonstra para sua dona em gesto de carinho de ambas as partes.

Nessa foto podemos perceber a amizade de um animal um pelo outro.




Nessa foto podemos perceber uma reação nervosa do animal onde ele esta empinando, uma reação também de medo o qual é gerada por alguma coisa
Reflexão. Se o homem auxilia a evolução dos animais, quando lhes dispensa proteção, respeito e amor, com isso reduzindo ou mesmo eliminando suas naturais reações selvagens ou instinto agressivo se tudo isso é verdade ao menos verdadeiro é que sem os animais a vida humana não estaria no nível de conforto atual. Em termos de evolução, bem maior é o débito da humanidade para com o animal do que o crédito que lhes temos dispensado para o seu bem estar.
Salientando alinda que a lei de número 9.605/98
No capitulo V
Em seu artigo 32 faz saber-
Praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres ou em adestramento, domésticos, nativos ou exóticos.
Pena de detenção
3 meses a 1 ano e multa
Incorre ainda nas mesmas penas quem realizar experiências dolorosas, ou cruéis em animais vivos, para fins de didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
Desde os tempos remotos os animais vêm encontrando dificuldades em sua convivência com o homem, porém não menos verdade é que também, desde sempre, vozes isoladas ou grupos humanos tem se erguido em sua defesa.
As Escrituras Sagradas estão repletas de citações referentes aos animais, sem nos alongarmos muito vamos buscar como exemplo em Moises a recomendação celestial do (não matarás) (5º Mandamento) de mediano entendimento a morte, de qualquer ser vivo, jamais deverá ser provocada. Salientando ainda em Apocalipse 4- 6 a 11 e 5, quatro seres vivos viventes á volta do Trono de Deus glorificam-no sem descanso, são semelhantes, respectivamente, ao leão, novilho, homem e a águia em vôo. Considerando que Deus criou, ama e protege todos os seres que criou, a citação valoriza os animais, deixando límpido que junto ao Criador não estão apenas os anjos.
FIM
Obrigado pela participação dessa simples
palestra sobre psycologyaEqüina
Henry Camargo

domingo, 2 de setembro de 2007

RÉDEAS

Apostila de aprendizado sobre Rédeas
Elaborada pelo instrutor Henry Camargo
O treinamento em rédeas é a base eu todo o cavalo precisa receber depois de domado, iniciamos o treinamento em rédeas tais com tambor, baliza ou outro esporte o qual o cavalo vai se adaptando a vocação do animal.
Rédeas - São instrumentos de fundamental importância sejam elas de couro ou de cordas servem para melhor orientação do conjunto cavalo e cavaleiro, para que o adestrador de as orientações e tenha uma melhor possibilidade de manejo nos exercícios os quais o animal ira submeter-se.
As rédeas se dividem em três grupos que são:-
a- Rédea curta fase em que o animal esta em montaria
b- Rédeas curtas elas podem ser fechadas ou abertas
c- Rédea longa... Fase em que o animal esta em charreteamento.

Rédea longa... É a primeira rédea usada no animal, utilizamos para fazer o charreteamento é uma corda de aproximadamente 5 metros como vimos à cima, liga no cabresto hackmore, serve para dar inicio no adestramento e ensinar todos os comandos na pratica para o animal, nesta fase nos não estamos fazendo montaria no animal ainda.

Rédea curta aberta... É a segunda rédea utilizada no animal, já esse período o animal esta sendo montado através dessa rédea ensinamos todos os movimentos necessários para o animal e todos os comandos de voz na pratica em monta, com o auxilio do martingal, ou seja, serve para dar a postura de cabeça desejada para o condicionamento do animal, essa fase de rédeas abertas poderá chegar até quatro meses isso varia de animal para animal.

Rédea curta fechada... É a terceira rédea utilizada no animal, já nesse período o animal esta desenvolvendo todos os exercícios sem auxilio do martingal e o adestrador utilizando apenas uma mão, pois com a outra utiliza o laço para ensinar o animal a laçar no campo ou outro esporte.

01- Inicio do treinamento em rédeas.
a- Nos primeiros trabalhos encorajar o potro a mover-se para frente e a ceder seu pescoço. Usando toques leves de pernas e rédeas, direcionar o potro para esquerda e para direita, intercalando as dicas.
b- Fazer caminhas a passo e trote pelos pastos, sempre o mantendo alinhado entre as rédeas e pernas. Durante o trote elevado, colocar a mão no pito da ela para evitar interferência do assento, caso haja alteração na movimentação do potro.
c- Antes de galopar fazer exercícios a passo e trote, dando-lhe também sentido de direção. Os primeiros passos e trotes em círculos com o nariz para dentro e cedendo as pressões.
d- Nesta seqüência podemos observar a movimentação do trote elevado com rédeas soltas, dando-lhe sentido de direção e controlando sua velocidade.
e- Nos primeiros flexionamento, movimentar a paleta para o lado direito, com a perna esquerda pressionando as costelas, enquanto a direita abre espaço para que o potro efetue o movimento.
f- Para o outro lado o movimento é da direita para esquerda, com a perna direita pressionar as costelas e com a perna esquerda abrir espaço para que o potro efetue o movimento.
g- Também temos que fazer flexionamento longitudinal no galope em linha reta e flexionamento em arco-reverso.
h-
i- Um bom flexionamento de nuca é caminhar para frente e recuar para que encoste a embocadura, mantendo pressão com as pernas, caminhando novamente para frente a fim de aliviar um pouco a pressão então pegar as rédeas e pedir para o cavalo recuar novamente.

02-Círculos.
a- Um cavalo se move reto quando o seu corpo esta entre as rédeas e pernas, uma mão nas rédeas.
b- O cavalo de rédea tem que ter controle de velocidade, para aumentar a velocidade adiantar o tronco e as mãos, para frente, já para diminuir, sentar fundo na sela, relaxando.
c- Pressionar o corpo voltando à posição deve-se aumentar e diminuir a velocidade gradualmente.
d- Para sair do galope com a mão direita colocar a perna esquerda em contato com o corpo do cavalo e a direita levemente para frente, já para sair na mão esquerda colocar a perna direita em contato com o corpo do cavalo e a esquerda levemente para frente.

03-Recuos.
a- Cavalo aprende a recuar assim que em curtar as rédeas, pedir ao cavalo para recuar com as mãos e dirigir seu corpo com as pernas. Um recuo rápido esta diretamente ligado com a suavidade do emboqueijamento e aliviar as rédeas.
b- Recuar em linha reta somente com pressão de assento e pernas com as rédeas soltas.

04-Rollbacks mudanças de direção em 180º graus.
a- No inicio dos treinos usar o auxilio da cerca, puxar o nariz do potro levemente à direita e eu posterior direito fica pronto para o giro, o inicio do giro é feito com a ajuda da perna puxando a rédea de fora mantendo o assento firme na sela, usando a rédea de indicação e abrindo espaço com a perna direita mantendo a ajuda da rédea esquerda no pescoço simultaneamente para continuar os giros.
b- O cavalo devera estar flexível e seguindo o seu nariz à esquerda e direita quando se inicia nos rollbacks e spins.
c- Para ajudar nos primeiros rollbacks longe de cerca, procurar recuar um ou dois passos antes de efetuar o giro, facilitando assim o posicionamento dos posteriores, fazendo com que o cavalo aprenda a usá-los de forma correta.

05-Spins giros de 360º graus.
a- Iniciar os treinos somente quando sentir que o cavalo esta bem flexionado equilibrado, respondendo aos comandos de rédeas e pernas adequadamente.
b- É importante que o cavalo recue bem, faça bons rollbacks, boa posição do corpo facilitando assim o trabalho e tornando-o mais eficiente.
c- Nunca gire o cavalo, indique e deixe girar por si mesmo, se o cavalo não estiver preparado não adianta insistir, pois somente o deixara nervoso e sem resultados posivitos.
d- Ao passo faça vários círculos grandes à direita, pare e gire a direita, pare e de uma pausa, caminhe vários círculos grandes à esquerda, pare e gire a esquerda, pare de uma pausa e saia do circulo.
e- Ao passo em linha reta gire a esquerda logo após siga em linha reta outro giro para direita e siga reto um giro a esquerda e assim por diante em seqüências.
f- Após dois, três, giros de cada lado de uma pausa, estes exercícios ajudam o cavalo adquirir mais equilíbrio.
g- O passo em linha reta gire a esquerda, siga reto, outro giro a esquerda, siga reto novamente outro giro a esquerda.
h- Contorne a pista de uma pausa e faça os mesmo exercícios no lado direito.
i- O passo em linha reta gire a direita, siga reto, outro giro a direita, siga reto novamente outro giro a direita.

06-Esbarros
a- O cavalo tem que parar com precisão em linha reta e posicionando seus posteriores embaixo do seu corpo. Pode-se notar sua musculatura traseira e seus jarretes próximos ao chão, onde trava os seus posteriores e mantém sua frente em movimento.
b- Desenvolver um perfeito esbarro, normalmente leva cerca de 1 ano com curtas simples lições praticas dia após dia, sendo a única maneira do cavalo aprender a esbarrar corretamente, ou seja, um esbarro perfeito.
c- O Rundown é uma das mais importantes partes para esbarro, pois se pode sentir se o cavalo esta galopando reto.
d- Se o cavalo esta puxando para direita ou para esquerda não estará na posição correta para um esbarro perfeito. Deve-se posiciona-lo corretamente antes da parada, porem corrigindo-o sem alterar o ritmo do galope.
e- Deve-se de ter muita atenção quando acrescentar velocidade para o esbarro, pois pode perder sinais tais como suavidade, alinhamento e equilíbrio, devido à excitação de ir rápido e a aproximação do esbarro.
f- Se o cavalo puxar para esquerda encurtar a rédea direita e pressionar e pressionar com a perna a paleta para o lado direito, continuar galopando com o seu lado posicionado, porém num galope controlado e não rápido, nesta posição dizer WHOA e mantendo-me posicionado por alguns segundos.

07- Troca de mão.
a- Antes de ensinar as trocas de mãos, flexionar o cavalo em linha reta, posicionando suavemente seu focinho para fora, levantando sua paleta, após as trocas de mãos o potro deve coninuar no mesmo ritmo.
b- Entre os círculos as trocas de mãos deverão ser feitas em linha reta e no centro.
c- Um cavalo que posiciona seus posteriores embaixo do seu corpo normalmente achara fácil trocar de mãos.

Hoje, pode-se assegurar que é o maior dentre as modalidades westerns. Movimenta cerca de R$ 400 mil por mês entre inscrições e premiações, atraindo também um público bastante numeroso.

Os tambores são distribuídos de forma triangular, com distância mínima de quatro metros um do outro. Autorizado à largada pelo juiz, o conjunto parte em direção ao primeiro tambor, contornando-o numa volta de 360º, segue em direção ao segundo tambor, contorna-o pela direita na mesma manobra, indo para o terceiro tambor, onde mais uma vez repete a volta de 360º à direita, para disparar, em seguida, rumo à linha de chegada, ponto inicial de partida. Cada tambor derrubado penaliza o competidor em cinco segundos acrescidos ao tempo final.

Vocabulário
Círculos.
a- São manobras controladas no galope com velocidade e área designadas.
b- Os círculos deverão ser galopados na mesma área geográfica da arena, conforme o percurso e deverão ter um ponto central em comum.
c- Deve-se apresentar nitidamente a diferença na velocidade e tamanho dos círculos tanto à direita quanto a esquerda.

Recuos.
a- É uma manobra requisitada para que o cavalo se mova no reverso, em linha reta e distancia pedida no percurso.

Rollback
a- É o giro sobre os posteriores, sendo a saída da manobra do esbarro.
b- Deve de ser executado dando não mais que uma leve pausa após a parada
c- E o cavalo não poderá dar um passo para frente e nem para trás antes da mudança de direção.

Spins
a- São umas series de giros de 360º graus executados sobre o posterior interno fixo, sem que a garupa saia da posição durante a completa execução da manobra, devendo esta demonstrar cadencia na velocidade tanto a esquerda quanto a direita.
b- As propulsões do spin são auxiliadas pelo posterior externo e os anteriores.

Esbarros

a- É o ato de diminuir a velocidade do galope para a posição de parada, trazendo os posteriores embaixo do corpo do cavalo, numa posição fixa e escorrendo com ambas as patas traseiras numa linha reta, sem variação de garupa, mantendo uma movimentação para frente e seus posteriores em contato com o solo.

Rundowns
a- São galope em linha reta do centro a final da arena ou pelas laterais ao final da arena, e deverão ser executados aproximadamente na mesma velocidade demonstrada nos círculos grandes e rápidos.

Troca de mãos.
a- É o ato do cavalo troca os seus anteriores e posteriores em quanto muda de direção através do galope, sem alterar sua movimentação ou a velocidade na exata posição geográfica da arena conforme a descrição do percurso.

Pausa
a- É o ato de demonstrar o cavalo parado em posição correta na hora designada durante o percurso devendo permanecer imóvel e relaxado

Instrutor doma racional eqüina
Henry Camargo
contatos 014- 9694-1559

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Tom Engenheiro Agronomo


Engenheiro agronomo da CATI-Coronel Macedo- Sp
Heliton ( Tom)

fotos Henry



olha eu aqui rs cavalgado

esse sou eu rsrsrs










olha eu aqui novamente rsrsr

domingo, 19 de agosto de 2007

Doma racional equina- instrutor Henry Camargo

Este conteúdo foi elaborado para aqueles que gostam de cavalos e gostariam de aprender a fazer um adestramento racional, sem o uso de violencia para o animal.

DOMA RACIONAL EQUINA

DOMA RACIONAl
DOMA TRADICIONAL


Racional... Relativo ao uso da razão o uso da inteligência.
Tradicional... Relativo à tradição costume fazendo o uso da violência ao adestrar o animal

Antes vamos primeiro ver como funciona a doma tradicional o seu método de adestramento e no que ela é prejudicial para o animal.
A doma tradicional também chamada de doma antiga como é conhecida nos dias atuais ainda praticada em muitas fazendas e sítios o principio básico seria o uso da violência, por sua vez o animal tem grande possibilidade de se tornar medroso o cavalo é submisso pelo método da dor e do cansaço, sem nenhum preparo físico no condicionamento, a pessoa a qual faz essa doma tenta vencer o animal através da dor e do cansaço, nessa doma é utilizado reios, chicotes, esporas pontiagudas chegando até mesmo o animal a sangrar quando se utiliza o método da doma tradicional. Nesse tipo de método tradicional o animal de grande probabilidade de ficar com alguns defeitos vícios os quais depois são muito difícil de serem corrigidos, o animal fica com trauma psicológico desenvolver alguma atividade da melhor forma possível devido que esta atividade a qual foi ensinado para o animal o adestrador utilizou métodos violentos, ou seja, reios, chicotes, esporas pontiagudas, emboqueijamentos rudes, ou seja, a mão do adestrador foi muito pesada durante o adestramento, esses são alguns fatores da doma tradicional, conh ecida também como doma antiga, por sua vez prejudica tanto a parte da musculatura, o animal poderá ser prejudicado nas fibras lentas e nas fibras rápidas existe ainda grande probabilidade do animal sofrer fraturas ou distensão em alguns nervos ou ligamentos, em relação à saúde do animal o adestrador não faz nenhum tipo de avaliação antes de entrar em condicionamento e preparação para a doma. Simplesmente o adestrador pega o animal e vai direto para a doma. Nesse tipo de doma o animal poderá ficar manso, porém pode vir a desenvolver alguns hábitos tais como morder, dar coices, pular, não deixar montar, pular, sair em disparadas quando montado etc... Tudo isso é conseqüência de um condicionamento irregular sub-explorado por pessoas que não tem nenhum preparo para trabalhar com o animal em adestramento, os resultados poderão chegar a inúmeras lesões no sistema locomotor e derrotas nas competições. Agora gostaria que você pensasse um pouquinho se iria adestrar o seu cavalo nesse método tradicional, digo você faria isso com o seu animal?
Realmente quando temos bons profissionais dentro do adestramento e temos carinho com os nossos animais jamais iremos deixar o animal passar por uma doma desse tipo.

INTRODUÇÃO ADESTRAMENTO DA DOMA RACIONAL EQUINA

CARACTERISTICA DO CAVALO.
Filo... chordata
Classe... mammalia
Ordem... perissiodactyla
Sub-ordem... hippoidea
Família... eqüídea
Gênero... equuss caballus
Nome comum...cavalo doméstico
Nome inglês... horse

Temperatura em graus Celsius 37,5 a 38,5
Pulsações normais por minuto animal em descanso 28 a 42
Respiração normal movimentos por minuto animal em descanso 8 a 15
Altura média 1,50 a 1,60
Peso médio 330kg a 550kg
Tempo de vida até 30 anos
Vida útil 4 anos aos 20 anos quando tratado corretamente
Gestação 11meses a 336 dias
Alimentação – capim e ervas quando soltos nos pastos. Os cavalos também são alimentados com ração industrializadas tais como farelo, milho. Os eqüídeos são representados hoje por um pequeno numero de espécies entre os quais é utilizado no Brasil o cavalo, jumento e seu hibrido (burro ou mula). Os cavalos podem ser ensinados ou domados, principalmente durante a sua juventude, fase na qual os animais estão mais suscetíveis ao aprendizado. Em primeiro lugar, devemos estabelecer qual o tio de aprendizado mais indicado para cada cavalo, de acordo com a atividade a qual destinará. Os cavalos em geral são educados, ou ensinados para atividades tais como tração, trabalho sela, salto ou passeio. O aprendizado não quer dizer sinônimo de doma, pois a dom começa com simples atitudes, quando fazemos com que o animal se acostume com a presença de seu dono, tratador, sem se assustar ou ficar nervoso, é importante que todas as atitudes das pessoas enquanto estejam lidando com os cavalos, sejam feitas de maneira carinhosa para criar estímulos positivos os quais irão ficar gravados na memória do cavalo, tornando assim o manejo e a convivência muito mais simples e prazerosa. Esses estímulos podem ser feitos através de recompensas como um carinho, conversar com o cavalo em um tom de voz calmo, suave e agradável ou ainda um premio como um delicioso torrão e açúcar. Essas atitudes visam a fixar na memória do cavalo que, se ele agir de uma determinada maneira certamente será recompensado, tanto com um carinho como com algum presente. Outro cuidado muito importante para as pessoas que lidam com cavalos deve tomar é não fazer exatamente o oposto do que deveriam, ou seja, lidarem com violência. Isso significa que se as condições forem desfavoráveis ou se o cavalo não for tratado adequadamente, ele poderá desenvolver certas atitudes desagradáveis ou prejudiciais ao relacionamento com seus tratadores e donos. Esses maus hábitos podem atrapalhar simples tarefas de seus tratadores com a alimentação, limpeza das baias etc... Quando os animais são submetidos a condições de isolamento prolongado, má alimentação, principalmente se esta não for de agrado do animal, ou em confinamento em pequenas baias, que limitem os movimentos dos cavalos, estes certamente ficarão mais arredios, nervosos, começam a dar coices, rebeldes etc.. Este tipo de comportamento quando se manifesta por muito tempo se tornará muito difícil de eliminar, pois se inicia um comportamento de submissão negativa, ou seja, gerando alguns traumas psicológicos. Por esse motivo todo pessoal que lida diretamente com os cavalos devem de ser responsável pela criação de um ambiente favorável aos animais, para que estes não adquiram comportamentos indesejáveis e que, pelo contrario, sejam criados de modo a serem calmos e a se darem bem com as pessoas e com os outros animais no convívio do dia a dia. Esperamos que você possa com a utilização desta cartilha obter os melhores resultados e aprimorar, cada vez mais a sua experiência na doma racional eqüina. Conta a historia que um homem levou um cavalo forte, belo e fogoso para ser vendido a um rei. O animal, contudo era bravo, xucro e ninguém conseguia monta-lo. O rei sabendo disso não se interessou pelo animal, contudo o mago da corte real convenceu o rei a comprar esse animal. Que por sua vez o mago disse que um menino iria tentar domar esse animal. Dessa forma um menino passou vários dias observando o temperamento o jeito do animal e suas reações. O menino observou que o animal tinha medo até mesmo da sua própria sombra e por isso reagia dessa forma tão agressiva e selvagem. Então começou a manejar o animal com muita paciência, perseverança e sem maltratá-lo conseguiu conquista-lo. Quando o animal já estava bem dócil e não se assustava mais foi montado pelo menino que assim cavalgou com segurança e tranqüilidade. Este fato demonstra que a doma realizada de forma racional vem sendo desenvolvida e aperfeiçoada há mais de dois mil anos. No decorrer do tempo os métodos das domas racionais foram evoluindo e se aprimorando cada vez mais se espalhando pela Europa, América etc. Até os dias atuais. A utilização dos eqüídeos é fator relevante no processo produtivo cabe, pois, destacar a importância dessa atividade. O trabalhador na doma racional de eqüídeos é uma ocupação a qual tem que geral paciência, cautela, perseverança, tranqüilidade, confiança e passar principalmente para o animal muito carinho. A capacitação dos trabalhadores da doma racional e pequenos produtores são de suma importância para obtenção de melhores resultados nas tarefas de seu dia-a-dia atuando, corretamente de acordo com as técnicas e procedimentos recomendados dentro da doma racional para se obter um animal de confiança, versátil e dócil.
Doma.... Significa adestrar um animal, ou seja, tornar o animal dócil, obediente e fazer com que o mesmo desenvolva os respectivos treinamentos com ótimos resultados, demonstrando da melhor forma o aprendizado exigido dentro da doma racional. Entendemos também que doma deve acontecer em todos os momentos que estamos como cavalo, pois a cada instante surge uma boa situação para treiná-lo, inclusive o cavalo não deixa de existir quando não estamos montados.
Racional... Porque fazemos o uso da razão, paciência e muito ritmo de trabalho.
O grande mercado hoje de usuários para cavalos de passeios, competições ou até mesmo dentro da equoterapia é exigido um animal com docilidade o qual poderá ser montado por qualquer pessoa, pois a docilidade é de fundamental importância em todos os aspectos os quais o animal ira desenvolver. Vamos ver um pouco sobre a doma racional eqüina, como é feito o adestramento racional dos eqüinos. Respectivos fatores utilizados dentro dos condicionamentos, primeiros contatos com o animal, adaptação do animal ao meio ambiente, comando de voz, condicionamento conforme a idade do animal, banhos de saco de estopa, duchas de água fria, os respectivos materiais que são utilizados na doma racional os quais são indispensáveis para o adestramento, cabresto tipo hackmore, saco de estopa, maneador, corda para amarrar o rabo, manta ou bacheiro, sela, rédeas abertas para o charreteamento, rédeas abertas, martingal, cabeçada com bridão e fechador de boca. O processo da doma racional é muito simples, é uma doma considerada moderada, ou seja, existem inúmeras vantagens em adomesticar um animal através do sistema doma racional eqüina e um das vantagens principal é o uso da paciência que o adestrador tem com o animal desde os primeiros contatos com o animal, a outra vantagem foi minar acabar com o processo do uso violento da doma tradicional. Ao iniciar precisamos de muita cautela, disciplina, exigir com muita paciência todos os exercícios um tom de voz enérgico mais ao mesmo tempo com uma tonalidade suave nos comandos de voz, tendo sempre sensibilidade, disciplina e paciência para com o animal em adestramento.
A doma racional é suave para o cavalo basea-se no principio do uso da paciência, ou seja, o cavalo é subjugado pelas suas reações às quais vai demonstrando durante o adestramento, paciência, carinho, aproximação cautelosa as lições vão sendo progressivas ou repetitivas sendo o animal compensados pelos acertos do trabalho das lições de adestramento, num sistema harmonioso, ou seja, um sistema de paciência do conjunto cavalo e cavaleiro é um sistema também que exige que o adestrador ande do lado do animal ensinando todos os comandos de voz é um conjunto de técnicas utilizadas para amansarem eqüídeo e muares afim de que sejam condicionados a obedecer sem brutalidades os comandos exigidos pelo homem resultando assim num animal mais aproveitoso, confiável e com melhor rendimento em sua vida útil.
O momento ideal par adestrar um animal é determinado em função de sua idade mínima de dois anos e meio o qual já possui estrutura física para desenvolver atividades referentes ao adestramento. Vale ainda salientar que todos os animais devem de estar saudáveis estarem com a saúde perfeita para serem adestrado. Antes, porém de entrar em adestramento temos que analisar alguns itens no animal como a saúde do mesmo, musculatura, se não esta apresentando nenhum tipo de lesão, luxação, a alimentação do animal como esta e observar também a idade do animal para avaliar qual o tipo de condicionamento que ira ser feito dentro do adestramento.
A doma racional deve de ser realizada em ambiente próprio, mangueira ou redondel, proporcionando segurança e evitando assim possíveis acidentes.
Existem vários tipos de doma racional exp, dinamarquesa, vienense, canadense e inglesa, porém o mais importante é que ao adestrar o animal seja feito no sistema racional, pois o que muda de diferente entre as domas
racionais é apenas o conjunto de argolas onde são passadas as rédeas longas, porém o ritmo de trabalha condicionamento é o mesmo. A doma racional é um processo de domesticação em que se busca desenvolver o entendimento e a cooperação entre o cavalo e domador, baseando-se sempre na confiança e no respeito mutuo entre cavalo e adestrador.

ITENS QUE SÃO PROIBIDOS DENTRO DA DOMA RACIONAL EQUINA.
Alguns procedimentos comuns da doma tradicional, e que mais se assemelham a uma luta da qual devera sair um vencedor e um vencido tais como, laçar o animal para pegá-lo, palanqueá-lo, e quebra-lo do queixo são proibidos dentro da doma racional. O uso do laço para pegar o animal pela primeira vez, quando o potro for trazido do campo e colocado dentro de uma mangueira laçado pelo pescoço, enforcado e asfixiado a ponto de cair no solo até que se deixe embuçalar, é uma luta desigual, na qual o potro sempre será vencido, podendo ficar marcado para o resto da vida, já que adotado de excelente memória. O palanqueamento é outra pratica que somente serve para amedrontar o animal cada vez mais pela brutalidade, causar-lhe as mais variadas lesões principalmente às de cabeça e pescoço. A quebra de queixo feita com o potro derrubado no chão e completamente maneado lesionando-lhe as barras e criando na mesma, posteriormente, um tecido cicatricial de menor sensibilidade, não encontra uma justificativa aceitável e que possa servir de aprendizado para ser incorporado as atividades do mesmo. Não devemos de fazer jamais uma aproximação brutal.
Agora nos próximos itens veremos pra que servem os fatores de condicionamento da doma racional e os respectivos materiais que são utilizados nessa doma.

01- Os primeiros contatos com o animal.
a- Esta etapa representa o inicio do relacionamento do conjunto cavalo e homem é uma etapa muito importante.
b- O contato inicial é muito importante, pois dele resultara o sucesso doma racional, ou seja, um conjunto de harmonia no trabalho.
c- Esses contatos com o animal devem ser praticados no mínimo três dias
d- Consecutivos sendo realizado com cautela, paciência, dedicação e muito carinho. O primeiro passo do domador é trazer o animal para o redondel ou mangueira de forma natural, assim dessa forma natural evitando o estresse, ou seja, o conjunto de reações do organismo e agressões de ordem físicas, psíquicas, infecciosas e outras capazes de perturbar.
e- Como se trata de doma racional esse animal jamais devera de ser laçado dentro da mangueira ou em campo.
f- O domador deve começar a se aproximar do animal de forma lenta com movimentos suaves e utilizando o comando de voz com tonalidade, ou seja, conversar com o animal procurando condiciona-lo para o desenvolvimento das tarefas.
g- Dentro do processo da doma racional podemos citar alguns exemplos de comandos de voz, passo, trote, galope, ou, junto os quais devem de ser utilizados desde os primeiros contatos com o animal.
h- Na colocação do cabresto o adestrador deve de se posicionar sempre a frente do animal agindo com calma e transmitindo segurança para permitir assim, que animal crie confiança. Após a colocação do cabresto o domador como sinal de satisfação deve fazer um agrado no animal e dar um pouco de ração na mão a fim de conquistá-lo cada vez mais.
i- Iniciar todo o processo do banho de saco de estopa
j- Duchas de água fria

02- Pré doma
A pré doma consiste em preparar o animal para entrar em doma completa, é uma fase do inicio do aprendizado para o animal.
a- Banho de saco de estopa
B-banho com ducha água fria
c- Comando de voz
d- Tosa da crina
e- Limpeza e higienização dos cascos
f- Condicionamento de guia ambos os lados
g- Flexionamento de sela ambos os lados
h-Maneador

Banho de saco estopa
a- O saco de estopa a ser utilizado devera de estar bem conservado e limpo devendo ser aberto em suas laterais, ou seja, nos lados de maior comprimento facilitando assim o trabalho que por sua vez tem a finalidade de tirar as cócegas do animal.
b- Serve para tirar as cócegas do animal deixando ele mais manso e por sua vez o animal vai adquirindo confiança no adestrador, deixando o animal mais a vontade com o adestrador juntamente com o banho de saco estopa utilizando os comandos de voz ou, junto, passo esses comandos são os primeiros que o animal deve de aprender, pois são os comandos de obediência para o animal.
c- Essa fase que o animal esta tomando os banhos de saco estopa para tirar as cócegas seria uma adaptação do animal com o adestrador o inicio do adestramento.
d- O banho de saco de estopa é feito em movimentos circulares, fazendo com que o animal erga a pata para fazer a respectiva limpeza dos cascos e deixando o animal bem relaxado toda a estrutura muscular.

Banho de ducha água fria
a- serve para relaxar toda parte da musculatura do animal
b- E deixar o animal cada vez mais dócil
c- Fazendo com que ele perca também as cócegas das virilhas.

Comando de voz
Utilizamos para dar ordem ao animal em um determinado tom de voz, serve para que o animal aprenda a ser obediente e fazer a replenção do animal sem uso de reios ou métodos violentos.
a- Comando ou.................. Serve para que o animal aprenda a parar fazer as respectivas paradas quando ordenado.
b- Comando passo.............. Serve para que o animal aprenda a andar somente no passo.
c- Comando trote................. Serve para que o animal aprenda a trotear quando solicitado.
d- Comando galope.............. Serve para que o animal aprenda a galopar quando solicitado.
e- Comando afastar............... Serve para que o animal aprenda afastar quando solicitado.
f- Comando junto................ Serve para que o animal ande próximo ao adestrador ou seu respectivo proprietário, quando precisar do mesmo andar solto e até mesmo para buscá-lo no campo.

Tosa de crina
a- Serve para fazer a higienização das orelhas e crina do animal não deixar o mesmo pegar bichos e insetos indesejáveis.

Limpeza dos cascos
a- A limpeza dos cascos do animal serve para uma melhor higienização e controlar possíveis doenças e fungos nos casco do animal o qual poderá resultar em brocas.

Condicionamento trabalho de guia em 360º graus
O condicionamento consiste em movimentar o animal em círculos por intermédio de uma guia e do comando de voz, o que contribui na aprendizagem dos exercícios de guia que facilitarão o seu desenvolvimento na doma racional, dando cadencia e direcionamento no seu andamento. Este trabalho deve de ser feito de forma alternada com o flexionamento. O período de duração será aproximadamente de dez minutos para cada lado direito e esquerdo.

a- O domador deve movimentar o animal em círculos a passo andando naturalmente realizando percurso desejado.
b- O ritmo do andamento deve de ser aumentado gradativamente para que animal se movimente em círculos no passo, trote, galope no percurso desejado.
c- Sempre utilizando o comando de voz, passo, trote, galope, ou e junto.
d- Sempre proceder nas seguintes ordens quando o animal for parar galope, trote, passo, ou e junto.
e- O domador deve se posicionar na frente do animal e pressionar o cabresto a fim que ele ceda e se afaste alinhado aprendendo a recuar quando exigido, utilizando o comando de voz afastar.
f- Deve de conduzir o animal no cabresto sempre ao seu lado no comando passo, condicionando-o sempre com os comandos de voz e tonalidades necessárias.
g- Nas paradas o domador devera posicionar o animal sempre alinhado a afim de que ele fique condicionado.
h- Nas mudanças de direção o domador devera escorar na paleta ombro do animal com a mão fazendo com que ele se apóie nas patas traseiras e cruze as patas dianteiras facilitando assim a sua virada.


Flexionamento de sela ambos os lados como selar o animal.
Selar o animal consiste em colocar a sela os arreamentos necessários no seu dorso de maneira correta, utilizando movimentos suaves de forma que ele os aceite com naturalidade.
O animal somente devera de ser selado quando passado pela fase de flexionamento, trabalho de guia e pré doma completa.
a- O animal deverá de ser maneado caso necessário flanelado antes de colocar a manta e a ela evitando reações agressivas
. b- Antes de colocar a manta o adestrador deverá de deixar o animal cheirar a manta fazendo assim o reconhecimento, pois deste modo ele se acostumara facilmente com os equipamentos.
c- Sempre na colocação da manta o adestrador devera de começar pelo pescoço do animal, colocando suavemente depois deve descer até o dorso para o correto posicionamento.
d- Na colocação da sela seguir o mesmo procedimento da manta, o domador deve de deixar que o animal cheire também a sela fazendo assim o reconhecimento, pois deste modo ele
acostumara facilmente com os equipamentos a serem utilizados no arreamento.
e- A sela deverá de ser colocada suavemente no pescoço do animal descendo cuidadosamente até o seu dorso para o seu posicionamento correto.
f- Em primeiro lugar deve de se ajustara barrigueira dianteira de maneira suave até o ponto em que a sela fique firme no corpo do animal em seguida deve se ajustar à barrigueira traseira de forma suave os ajustes das barrigueiras.
g- O domador devera retirar o maneador caso tenha utilizado, para que o animal possa a fazer os primeiros movimentos selado.
h- O domador devera movimentar animal a passo, trote, galope por aproximadamente uma semana dentro da arena de 360º graus.

Maneador
a- O maneador é uma corda de náilon macio medindo aproximadamente dois metros e meio de comprimento.
b- Que tem por finalidade conter os membros anteriores do animal, isto é quando necessário utilização no animal, pois somente usamos quando o animal tem hábitos de dar manotadas cm à pata dianteira ou quando o mesmo não para quieto.

03- Charreteamento do animal na doma racional.
Consiste em desenvolver a capacidade do animal de obedecer aos comandos do domador e andar dentro de um percurso, facilitando assim o seu desenvolvimento dentro da doma racional. Este animal por sua vez será conduzido com rédeas longas caminhando em linha reta, e em círculos e fazendo trabalhos de afastar, esbarros, o processo do charreteamento é desenvolvido por uns 15 dias, pois cada animal corresponde de alguma forma podendo ser menos ou mais dias.
a- Os estribos deverão de ser amarrados por uma corda que devera de ser passada por baixo da barriga do animal, permanecendo na posição normal, ou seja, nem apertado e nem frouxo.
b- As rédeas do charreteamento deverão de ser presas no hackmore e passadas por dentro dos estribos a fim de contribuir nas manobras executadas
c- O domador devera de conduzir o animal a passo e trabalhar em círculos de ambos os lados após executar varias manobras devera parar e alinhar o animal
d- Quando o animal estiver prado o domador devera afastá-lo e depois para-lo novamente.
e- Após cada parada do animal devera de dar um tempo para que ele assimile compreenda os comandos exigidos no momento da parada.
f- Sempre no charreteamento utilizando todos os comandos de voz que o animal já aprendeu.
g- Utilizamos as rédeas longas abertas medindo aproximadamente cinco metros de comprimento.
h- Tem por finalidade de condicionar o animal em seus movimentos.

04-Como montar no animal
Esta fase de montar no animal seria a primeira fase em que o domador ira exercer a maior pressão sobre o dorso do animal, por isso ele deve de apoiar-se no estribo projetando o seu corpo sobre o assento da sela com muita cautela e tranqüilidade. O animal somente deverá de ser montado após ter passado pelas etapas anteriores da doma e já estiver aceitando os comandos do domador com naturalidade, calma, tranqüilidade, paciência e demonstrando ser um animal dócil. Deverá ser montado dos dois lados direito e esquerdo indiferentemente quantas vezes forem necessárias até que perca o medo e fique condicionado a esta operação.
a- O animal devera estar maneado caso necessário e com sela.
b- O domador devera de encostar-se ao animal suavemente, para que este não se assuste com o contato, as pernas do adestrador deverão de estar posicionadas para facilitar a colocação dos seus pés ao estribo.
c- Deve-se de apoiar-se no estribo e montar com muita tranqüilidade evitando que o animal se assuste após montar ele devera levantar-se varias vezes sobre a sela para que o animal se acostume com a movimentação sobre ele.
d- O domador devera de montar de um lado e desmontar do outro lado alternando os lados esta operação deve ser realizada quantas vezes forem necessárias até conquistar a confiança do animal.
e- Caso o animal estiver maneado devera estar no pescoço do animal para que fique próximo das mãos do domador o que facilita na hora de soltar o animal isto é caso necessário manear o animal.
f- O domador devera de movimentar o animal com tranqüilidade deixando com que ele se solte naturalmente e após alguns movimentos parar o animal sempre alinhado, ele devera utilizar o
martingal para obter maior controle sobre o animal, contribuindo no condicionamento dos exercícios a serem realizados.
05 – Flexionamento do animal montado.
O flexionamento é um conjunto de exercícios que trabalham o animal desde o focinho até a garupa. Possibilitando assim uma maior agilidade e desempenho que por sua vez é realizado com o animal montado, o adestrador deve de utilizar os comandos das mãos e a pressão das pernas simultaneamente. Flexionamento tem por finalidade fazer com que o animal obedeça aos comandos do domador contribuindo no processo da doma racional. Estes conjuntos de exercícios devem de ser repetidos sempre durante uns 30 minutos mesmo após o termino da doma racional, pois dessa forma manterá o animal com um bom desempenho nos comandos a serem exigidos.
a- O domador deverá de colocar o animal a passo em círculos puxando a rédea de dentro e pressionando a perna deste mesmo lado, para que o animal coloque focinho dentro do circulo e realize a manobra com facilidade esta operação devera ser repetida até o animal ceder de ambos os lados.
b- Quando parar animal o domador devera de deixar o animal alinhado.
c- O animal devera ser flexionado na nuca para contribuir ns manobras exigidas.
d- O domador devera de afastar o animal com tranqüilidade e depois parar, para que ele compreenda os comandos exigidos.
e- O animal devera ser trabalhado com o hackmore durante aproximadamente uns trinta dias em movimentos de passo, trote, galope, ou e afastar.
06- Embocadura do animal.
A embocadura do animal é a etapa a qual o bridão é colocado na boca do animal para conseguir o total domínio sobre o animal. De inicio colocamos um bridão de borracha leve para que o animal vá se acostumando com a embocadura depois passamos para o bridão de material metal. Antes porém
não colocamos as rédeas no bridão de borracha, trabalhos em sérvios de rédeas com o auxilio do cabresto hackmore. As rédeas por sua vez contribuem para um melhor comando e tem por finalidade em dar uma resposta ao domador com maior sensibilidade e destreza. A embocadura será feita quando o animal já estiver obedecendo todos os comandos no hackmore.
A etapa do emboqueijamento dura de 40 a 90 dias dependendo do animal.
a- O domador devera de colocar a cabeçada com o bridão sem rédeas.
b- O animal devera de ser movimentado no passo, trote e galope.
c- Isto tudo sendo trabalhado no hackmore por uns 30 dias em montaria.
d- As rédeas do hackmore deverão de ser soltas e presas no bridão após uns 30 dias de montaria.
e- O domador devera de flexionar o animal do lado direito/esquerdo/nuca sem montar
f- O animal devera de ser montado e colocado em movimentos suaves.
g- Montado o animal devera de ser flexionado lado direito/esquerdo/nuca utilizando simultaneamente as mãos e a pressão das pernas.
h- Movimentar o animal nesta ordem passo, trote, galope mantendo o ritmo de trabalho.
i- Antes de parar o animal devera de diminuir o ritmo de trabalho ou seja do galope, trote, passo e ou.
j- O domador devera de afastar o animal alinhado após ele ceder deve parar e dar uma pausa pra que o animal compreenda o comando.
k- Após todas as etapas que o animal realizar corretamente o domador devera de agradá-lo em sinal de reconhecimento do seu trabalho.
l- O agrado é um gesto de gratidão do domador para com o cavalo.
m- O fechador de boca caso necessário devera ser colocado para condicionar o animal a não trabalhar com a boca aberta, este equipamento contribuirá para os comandos exigidos durante o condicionamento.
n- O domador devera de andar com o animal fora do redondel, contribuindo para sua evolução e proporcionando um desenvolvimento gradativo.
o- Sempre o domador devera de ter controle do animal para evitar possíveis reações agressivas fora do redondel ou até mesmo dentro do redondel.

07- Adaptação do animal em relação ao meio ambiente.
Adaptação do animal ao meio ambiente é o processo no qual o animal é submetido de forma racional a uma nova realidade a qual ele não estava até então acostumado.
a- Neste processo de adaptação o animal adquire maior confiança proporcionando segurança a seu condutor nos trabalhos dia a dia.
b- Os animais nessa etapa são submetidos a ambientes diferentes como pisos, barulhos, movimentos contatos com pessoas e veículos etc.
c- Este trabalho somente será feito quando o animal já estiver passado por todo processo da doma racional.
d- O animal devera de participar de atividades no campo para acostumar-se com elas e contribuir para o processo da doma racional.
e- O animal ao ser conduzido pela estrada devera andar pelo lado direito evitando possíveis acidentes.
f- Sempre controlando a velocidade do animal, a fim de condicioná-lo em seu andamento.
g- O domador devera de andar com o animal em perímetros urbanos, pois este trabalho possibilita a adaptação decorrente da mudança de piso, barulho, sons e movimentos.
h- O domador devera de conduzir o animal com plena paciência, controle e segurança evitando assim acidentes com terceiros.
i- Após os termino das atividades executadas o animal devera ser lavado, escovado e alimentado para que no dia seguinte tenha disposição para o trabalho.
j- O banho do animal deve de iniciar-se de baixo para cima evitando choque térmico.
k- O animal deve ser alimentado corretamente para que possa desenvolver todo o seu potencial.
l- Escovar o animal cuidadosamente evitando reações agressivas
m- Sempre utilizando os comandos de voz já vistos anteriormente.

Vamos ver agora os materiais que são utilizados na doma racional eqüina.
São materiais de fundamental importância para fazer um bom adestramento cujos materiais têm que estar sempre em bom estado de conservação para melhor durabilidade e também para segurança do adestrador.

08- Cabresto tipo hackmore.
O hackmore é um arco feito com corda d náilon dura ou de couro tem como finalidade facilitar o direcionamento do animal exigido pelo adestrador devendo ser ajustado na altura d chanfro do animal.
a- O cabresto deve também possuir um cabo o qual devera ter cinco metros de comprimento para facilitar o trabalho e evitar acidentes.
b- É um material usado ao longo do processo de adestramento, condicionamento, treinamento e manejo do animal.
c- Material básico em correção dos animais em adestramento, porém não podemos de esquecer que o animal guarda com ele o extinto selvagem, através da doma racional colocamos o cabresto quando o animal esta com quatro meses em fase de mamentação isso para fazer um período de adaptação entre homem e o animal.
d- O cabresto é constituído pelo cabo, cabeçada, testeira, focinheira e o afogador. A focinheira serve para favorecer uma melhor resposta do cavalo ao comando quando puxar o cabo (utilizado muito no sistema de charreteamento) pressiona uma região de imensa sensibilidade, a região nasal.
e - Testeira favorece a atuação da cabeçada na nuca região responsável pelo posicionamento da cabeça e do pescoço, o afogador tem apenas a função de não deixar o cavalo tirar o cabresto a hora que ele for se esfregar.
f- Além da função básica de servir para o manejo do animal o cabresto também é muito usado em doma racional (HACKMORE)
g- Mesmo os animais já montados e mancos o cabresto tem utilidades, pois,não se recomenda em amarrar um animal pelas rédeas, pois há um desconforto na embocadura caso o animal force para traz poderá trazer grandes danos para o animal na região do céu da boca.
h- Inclusive ferindo o que nos chamamos de céu da boca ou assento da embocadura.

09 Sacos estopa.
a- Este tipo de trabalho serve para que o animal fique mais a vontade com o adestrador seria como se fosse uma brincadeira com ele utilizamos também tapinhas no animal, mas bem devagar, mesmo isso serve para chamar a atenção do animal quando ele se distrair com alguma coisa quando estamos trabalhando ou ensinando algum comando de voz.

10- Corda para amarrar o rabo.
a- A corda para amarrar o rabo deve de ser náilon macio medindo aproximadamente três metros de comprimentos.
b- Somente utilizamos essa corda para amarrar o rabo quando o animal é muito inquieto com a cauda.
11-Manta ou bacheiro.
a- É um forro que deve de ter a espessura mais ou menos de três centímetros e ser macio a fim de proteger o dorso do animal.
b- Os mais utilizados são feitos de lã ou de algodão, contudo existem outros tipos no mercado.
c- Não se recomenda em montar no animal sem uma proteção para que a região dorsal não venha sofrer machucaduras tais como pisaduras.

12-Sela
A sela é um equipamento utilizado na montaria tanto para proteger o dorso do animal, como para proporcionar maior conforto e segurança ao cavaleiro.
a- As selas podem ser de couro ou náilon e deve indispensavelmente possuir dois pares de loros com estribos, barrigueiras, dianteiras e traseiras.
b- Que por sua vez a sela sempre deve de estar limpa e em boas condições para o uso e proporcionar segurança durante a locomoção.

13-Rédeas abertas para o charreteamento do animal
a- Estas rédeas são compostas por duas cordas de náilon ou de couro medindo cada uma cinco metros de comprimentos.
b- Tem a finalidade de condicionar o animal em seus movimentos na pratica.
c- São utilizadas também para manter a distancia entre o domador e o cavalo quando executadas as manobras proporcionando maior segurança.

14- Rédeas
São instrumentos de fundamental importância sejam elas de couro ou de cordas servem para melhor orientação do conjunto cavalo e cavaleiro, para que o adestrador de as orientações e tenha uma melhor possibilidade de manejo durante os exercícios os quais o animal ira submeter-se tem a finalidade de condicionar o animal em seus movimentos às rédeas podem ser.
a- Rédeas curtas fase em que o animal esta em montaria as rédeas curtas elas podem ser fechadas ou abertas.
b- Rédeas longas.. É a primeira rédea usada no animal, utilizamos para fazer o charreteamento é uma corda de aproximadamente cinco metros como vimos acima, ligadas no cabresto hackmore, serve para dar inicio no adestramento e ensinar todos os comandos para o animal, nesta fase nos não estamos fazendo a montaria no animal.
c- Rédea curta aberta. Segunda rédea utilizada no animal, já nessa fase o animal esta sendo montado através dessa rédea ensinamos todos os movimentos necessários para o animal todos os comandos de voz na pratica em montaria, com o auxilio do martingal, ou seja, o qual serve para dar a postura de cabeça desejada para o condicionamento do animal, essa fase de rédeas abertas poderá chegar até quatro meses isso varia de animal para animal.
d- Rédea curta fechada.. terceira rédea utilizada no animal já nesse período o animal esta desenvolvendo todos os exercícios sem auxilio do martingal e o adestrador utilizando apenas uma mão, pois com a outra utiliza o laço para ensinar o animal a laçar no campo ou outro esporte.

15- Martingal
a- É um equipamento feito de couro ou de náilon, contendo duas argolas nas suas duas extremidades.
b- O martingal contribui para o posicionamento da cabeça e do pescoço do animal, pois desta forma o domador obterá um maior domínio em seus movimentos.

16- Cabeçada com bridão
O bridão geralmente ideal para o inicio da doma do cavalo no sistema de charreteamento seria o de borracha, quando iniciamos a montaria utilizamos um outro bridão igual o de borracha, porém sendo de metal, ou de alumínio.
a- Cabeçada é um equipamento feito de couro, ou de náilon que ajusta na cabeça do animal e serve para prender os bridões, freios e outros equipamentos utilizados.
b- Ressaltamos que existem vários tipos de bridões, contudo no inicio da doma racional recomenda-se o bridão de borracha liso para obter um melhor rendimento na embocadura do animal.

17- Fechador de boca
a- O fechador de boca é uma cabeçada mais estreita feita de couro ou de náilon.
b- Que tem por finalidade condicionar o animal a trabalhar com a boca fechada contribuindo para os comandos exigidos.
c- Principalmente quando o animal for fazer esbarros o animal não pode abrir a boca e também no comando afastar.

18- Trajes para o domador
O domador também deve de se proteger como indica alguns trajes abaixo.
a- Roupa justas possibilitam mobilidade nas operações, contribuindo para o contato com o animal.
b- Botina ou botas de couro, deve de estar em perfeito estado assim proporciona conforto e segurança
c- Luvas, para maior proteção nas mãos que possibilitam maior contato sendo de algodão ou de lã, possibilitando maior sensibilidade no tato.

As fases que um eqüino passa sendo adestrado gradualmente dentro do sistema da doma racional podemos comparar como um aluno de escola do primário, ginásio, colegial, faculdade e depois a formatura.
a- Especificando melhor o primário no animal seria os primeiros contatos entre o conjunto adestrador e animal que seria os banhos de saco estopa alguns tapinhas bem de leve os tons de voz seria a fase da pré-doma.
b- Já o ginásio seria a fase do charreteamento onde o animal inicia todo seu aprendizado da doma racional utilizando as rédeas longas abertas no chão as quais são passadas pelos estribos do animal chegando até o cabresto, juntamente com as mãos do adestrador conforme vimos em alguns parágrafos acima.
c- Agora o colegial já seria a fase em que o animal esta sendo montado e fazendo todos os exercícios de aprendizado em ritmo mais avançado, começa aprender tudo em ritmo mais avançado.
d- Digamos que a faculdade seria o animal pronto na especialidade do esporte o qual ira desenvolver
e- Já á formatura seria os campeonatos que ele ira enfrentar no decorrer da sua carreira.

Após concluir o adestramento no método da doma racional teremos um excelente animal tanto para passeio como para qualquer tipo de modalidade no esporte eqüestre.

Um animal adestrado no sistema racional é capaz de fazer inúmeras provas de enduros eqüestres tais como, tambor, baliza saltos, corridas, provas laço etc..
Servirão até mesmo para desenvolver um trabalho na equinoterapia ou equoterapia, pois nesse tipo de trabalho necessita-se de animais que desenvolva uma docilidade animal adestrado no sistema racional ele é capaz de desenvolver inúmeras atividades inclusive contribuir para Equoterapia que seria um método onde o cavalo é o principal eixo componente desse tratamento. Pois um animal bem adestrado ele desenvolve seus movimentos com harmonia e carinho. Sendo que o principal eixo da equoterapia é o cavalo, equinoterapia é um método terapêutico onde por sua vez o terapeuta é o cavalo conhecido esse método também como equinoterapia, hipoterapia, equitação terapêutica, são métodos que o animal ira trabalhar desenvolvendo um trabalho na parte física psicológica, cognitivas, das pessoas em tratamentos.
Física.. Desenvolvimento do equilíbrio, noção do espaço até mesma melhoria da respiração.
Psicológico.. Melhoria da respiração e na pronuncia de palavras em função de uma respiração correta.
Cognitivas.. Aumento do verdadeiro EU aumento da auto estima, confiança autonomia, aumento da sensibilidade e diminuição agressividade da frustração é comprovado o aumento do rendimento escolar, aumento da atenção seletiva e da concentração relativo ao conhecimento.
Por que o cavalo para esse tipo de treinamento na equoterapia.
Qual o tipo de cavalo preferencial.
Primeiro o cavalo a ser utilizado nesse tipo de tratamento terapêutico ele tem que ser adestrado no sistema racional onde desde inicio o instrutor equitação juntamente com o adestrador esta fazendo o acompanhamento psíquico do animal tanto do lado negativo como do lado positivo, pois a doma racional é feito um trabalho psicológico para iniciar o adestramento. Por sua vez o cavalo também tem que ter os aprumos corretos. O cavalo tem quer muito dócil não pode apresentar nenhum tipo de submissão negativa. O principal meio de trabalho da equinoterapia é o cavalo por ter os movimentos tridimensionais os quais são causados pela região dorsal do animal, os movimentos tridimensionais são indispensável para equinoterapia um dos movimentos seria o passo do animal, pois tem grande semelhança com a marcha do ser humano, devido o movimento do dorso do animal. Os movimentos tridimensionais do dorso relativo a três dimensões de movimentos, comprimento, largura e altura o cavalo ajuda a fornecer um certo padrão de imagens ondas cerebrais e impulsos importantes para se aprender, pois força o raciocínio digamos que também força o quadril para a pessoa se reabilitar a andar novamente. Já os movimentos longitudinais, transversais e verticais esses movimentos fazem deslocar o C.G. centro gravitacional do animal onde os movimentos ficam semelhantes à bacia pélvica do ser humano, durante a marcha. Os movimentos tridimensionais têm apenas uma margem de 5% diferença do andar do ser humano. Com essa marcha de semelhança dos movimentos tridimensionais com a do ser humano podendo assim ajudar e fornecer imagens cerebrais seqüenciais e impulsos importantes para aprender e reaprender a andar novamente. Pois nesse tipo de trabalho o terapeuta é o cavalo, pois é uma motivação de grandes progressos em tratamentos obtidos. Outra vantagem de ter um cavalo como terapeuta fora os seus movimentos tridimensionais é que o biorritmo do cavalo é muito semelhante do ser humano sendo assim rítmico balanceado, estimula o metabolismo regulando assim o sistema cardiovascular e respiratório, são movimentos que se repetem a intervalos regulares com alternâncias de acentos fortes e fracos. Movimentos e mudanças de equilíbrio constantes estimulam o sistema vestibular solicitando assim uma adaptação motora começam a se fortalecer novamente onde a pessoa inicia os primeiros passos novamente.
Altura do cavalo, desenvolve coragem, auto estima, concentração, confiança principalmente o sentimento de independência.
Cavalo dócil contato com o animal desenvolve a calma, paciência, capacidade social de se comunicar.
Para esse tipo de trabalho geralmente é necessário uma equipe de
a- fisioterapeuta
b- terapeuta ocupacional
c- psicólogo
d- educadores físicos
e- fonoaudiólogo
f- pedagogo
g- instrutor de equitação
h- paciente e cavalo

Para que acha um bom adestramento racional o adestrador primeiramente tem que estar bem com ele mesmo, ou seja, o adestrador não pode estar nervoso, irritado de mal com a vida digamos assim.
Precisa também conhecer um pouco da psicologia eqüina como vamos ver abaixo e os sinais que o animal vai demonstrando durante a fase do adestramento.

Os cavalos por sua vez têm cinco sentidos que são; -.
a- visão
b- olfato
c- paladar
d- tato
e- audição

Os cavalos por sua vez também têm as reações demotivas que são;
a- modo
b- curiosidade
c- raiva
d- excitação
e- alegria
f- afeição
g- amizade
h- proteção

Existem ainda diversos sinais que devemos notar durante o adestramento racional, sinais que podemos perceber o comportamento do animal.
a- passos com orelhas voltadas para traz.. É um sinal mais evidente de raiva, morder, dar coices, ou até mesmo de querer pular.
b- Orelhas permanentemente moveis.... Indica um cavalo ativo, porém com temperamento um pouco nervoso.
c- Orelhas caídas... O animal poderá estar com sonolência, cansaço, ou até mesmo doente.
d- Olhar sem brilho.. Pode estar com alguma doença, fadiga, stress.
e- Olhar fixo com orelhas armadas... Algo desperta atenção, podendo gerar curiosidade, medo
f- Cauda erguida..., Sinal de excitação, energia acumulada, alegria
g- Cauda agitada.. Sinal inquietação, temperamento nervoso, dor.
h- Movimentos elevados dos membros.. Sinal de excitação
i- Abrir e fechar a boca ou bater lábios... Vicio, sinal rejeição do tipo bridão embocadura.
j- Oscilação da cabeça... Rejeição embocadura ou inquietação nervosismo.
k- Passo retraído.. Desvio grave de aprumos ou inquietação, excitação.
l- Sudorese excessiva... Fadiga condicionamento físico inadequado.
m- Suor de coloração branca leitosa.... Pode indicar condicionamento inadequado.
n- Baixar a cabeça... Fadiga doente

Abaixo alguns exemplos que poderão ser seguidos de condicionamentos dos animais dentro do sistema racional. Uma programação conforme a idade do animal.

Condicionamento de um potro recém nascido de 1 mês a 4 meses de idade.
a- iremos começar a colocar o cabresto no animal
b- ensinar o mesmo a andar puxado no comando passo e junto
c- desenvolver um trabalho de banho saco estopa e limpeza dos cascos, orelhas, escovar o animal.

Condicionamento faixa de idade do animal 4 a 12 meses
a- iremos começar a colocar o cabresto no animal
b- ensinar o mesmo a andar puxado no comando passo, trote e junto.
c- Desenvolver um trabalho banho de saco estopa, ducha água fria limpeza dos cascos, orelhas, escovar o animal.

Condicionamento faixa de idade 12 a 18 meses
a- inicia-se um trabalho de redondel 360º graus onde iremos fortalecer os músculos tendões ligamentos e cartilagens do animal.
b- Iniciando também o trabalho comando voz diferenciar os comandos dentro do redondel.
c- Continuando com toda a parte de limpeza casco, orelhas do animal.

Condicionamento faixa de 18 a 24 meses
a- continua um trabalho de arena de 360º graus onde iremos fortalecer os músculos, tendões, cartilagens e ligamentos.
b- Continua o trabalho de comand o de voz
c- Diferenciar os comandos de voz dentro da arena de 360º graus
d- Continuando com toda parte de higienização do animal.

Condicionamento faixa de 24 meses a 30 meses
a- continua o trabalho de guia de 360º graus
b- porém utilizamos ao colocar a sela no animal pra que o mesmo vá se acostumando com a sela.
c- Flexionamento de ambos os lados da sela
d- Comando de voz em ritmo mais avançado.

Condicionamento faixa de idade 30 meses em diante
a- fase que inicia-se a pré-doma completa
b- charreteamento
c- montaria
d- rédeas
e- aperfeiçoamento do animal
f- fase em que se desenvolve a doma completa

Os programas de condicionamento nos eqüinos devem obter os seguintes objetivos.
a- Aumentar a capacidade do cavalo em relação ao exercício
b- Aumentar o tempo de inicio das manifestações de fadigas cansaço
c- Aumentar o desempenho pelo aumento da destreza, força, velocidade e resistência.
d- Diminuir os riscos de lesões e luxações.

Reflexão
A principio o domínio da natureza instinto do animal faz com que ele se sinta coagido, com medo, ou seja, ele reagi a principio como se fosse uma presa e o adestrador o predador. Nunca devemos de esquecer que o animal guarda dentro dele o instinto nato selvagem.
As dicas da doma racional seria ter muita paciência, cautela, disciplina, ritmo de trabalho e principalmente lições repetitivas quando necessário, porem com muita cautela.
Repreensões devem de ser de imediatas, porém enérgicas, mas não rudes.
As recompensas devem de ser feitas também cada vez que o animal acertar e fizer todos os exercícios exigidos corretamente
Perceber todos os sinais corporais do animal.
Passar confiança, tranqüilidade e coragem para com o animal em adestramento.
Após os exercícios fazer uma ducha água fria no animal começando das patas e subindo pelo corpo para relaxar a musculatura.
Antes de colocar a sela utilizar o banho de saco de estopa para fazer o relaxamento muscular.
Colocar o cabresto pelo focinho passando pelas orelhas conversando com o animal.
Aproximar-se do animal no inicio da doma com tranqüilidade e segurança mesmo com cavalo desconhecidos que você não tenha contato constante, pega o animal onde o espaço seja limitado facilitando assim aproximação do adestrador.
Usar sempre um tom de voz firme, porém, suave para que o animal compreenda o que esta sendo esperado dele.
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Cel. 014- 9694-1559 Instrutor Henry